Sedução de tempos antigos
conexão com quase todos os
sentidos, livros se relacionam
conosco de forma íntima e
repleta de simbologia
Há os que os odeiam
A eles parece muito aborrecido
ficar assim de olhos fixos, trocando
páginas, por horas e horas
com tantas outras opções divertidas
Há os indiferentes,
aqueles que tanto faz o tema de
livros. De fato, só na escola,
por obrigação, folhearam alguns
e fizeram ou “pegaram” um resumo.
Há os que sonham
com sua posse, apenas para
perfilados exibirem um conhecimento
que não foi adquirido, experimentado,
basta a eles vê-los na estante preto piano.
Há os que os escrevem
por vazão inexplicável, ou cheia de sentido.
Os que se compreendem e compreendem
os que os cercam partindo da escrita.
Ou os que são tomados pelos personagens.
Há os que compulsivamente
acabam um e começam outro,
ou até mesmo fazendo leitura
simultânea de vários, de assuntos
distintos, para economizar a vida.
Há também os que evitam
que um livro acabe. Que ficam
tristes quando se aproximam do
final, já sentindo a falta daquela
parceria tão especial.
Há os que seguem listas
recomendadas e a leitura
se dá nesta ordem premeditada
sem espaço para improviso ou
devaneio. Gente organizada!
De toda sorte, de vário modos,
livros em meio papel ou digital,
livros luxuosos ou em folhetins
estão presentes na jornada nossa
e arrepia a possibilidade de sua extinção.
- Lista no Nytimes para livros “must read” em 2018
- Trailler oficial do seriado Fahrenheit 451 – mundo sem livros







