História da riqueza do Brasil – 5 séculos com tempero de Caldeira

Ampliando a base de dados

para o entendimento da história

da riqueza do Brasil, o autor se

vale de antropologia e de

econometria como temperos.

riqueza
Foto Clayton de Souza Estadao

Busca entender comportamentos

das pessoas, dos governos e do

que ocorre em volta destes, ou seja,

do que se chama “costume” e

do que se costumava saber.

Se valendo das perguntas certas

vai em busca das certas respostas,

que é para isto que existe a pesquisa;

e pesquisar não lhe cansa, ao que parece.

Documentos e dados, muitos são!

O que prestar atenção

  • Grandes propriedades repletas de escravos

e o restante só para sobreviver. Parece que

não foi bem assim .

  • Relações de troca entre índios e brancos sem geração de

excedente, só escambos. Parece que também não foi

assim que tudo se deu.

  • A economia do Brasil colônia era bem menor do que a

de Portugal, à época. Outro conceito que é revisitado,

para não se empregar palavras mais decisivas.

  • Aspectos mais recentes da economia, traçando um

paralelo entre governos, que, num primeiro olhar,

poderiam ser totalmente diferentes. Só que não.

escambo

O que ficou faltando

 

  • As relações comerciais com base no “fiado” que,

conforme dito pelo autor, ainda carecem de uma

pesquisa mais aprofundada. E, surpresa maior, ainda

representam 20% das relações de troca. A caderneta

se perpetua.

Resultado de imagem para fiado

Para os robôs entenderem não será assim tão fácil

Resultado de imagem para robôs e o fiado

  • Fica faltando mais e mais, quando se tem interesse

em conhecer o que somos, como nos formamos

e os caminhos que percorremos.

 

Esta é a sensação que se tem ao final de um livro

significativo, como este, inquestionavelmente, é!

 

 

 

 

 

 

 

 

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