17 já foi.. abrindo 18

figura colorida de menina ao fundo numa ponte olhando o horizonte

Uma rápida olhadela
em alguns dos temas
que trouxeram
palpitações, incertezas
e uma certa desesperança.

Olhar para trás não
garante um novo
tombo logo a
frente, isto não!

Mas vale pelo
aprendizado do
que não se
deseja mais
experienciar.

Garantia zero
de que pode
deixar no piloto
automático,
esquece isto!

A fase é de
corrigir a rota
a todo momento
ou até mudar
todo o caminho.

Fechando um, abrindo outro!

Fechando um, abrindo outro.

  • Este 2017, de fato, não teve comportamento amador!

De nenhuma maneira, que fique registrado

 

Continuou a ser desvendada a face mais antiga

do Estado que insiste em ser servido.

Como na época da revolução francesa, lá em 1789

figura de um quadro famoso aludindo a revolucao francesa

….quase se  ouviu dizer para o povo que comam brioche

se não é possível comprar o pão!

 

  • Houve também o retorno de doenças como a

febre amarela que já não se ouvia falar por aqui

desde 1958 , quando declarada sob controle,

há quase 60 anos.

 

quadro em fundo amarelo com os sintomas da febre amarela

 

  • O Rio de Janeiro, estado que foi capital do Brasil

de 1763 até 1961, se tornou exemplo de tudo o

que de pior pode acontecer com o restante da

federação.

  • A administração pública não dá conta do pagamento

de salários e aposentadorias dos servidores, nem dos

serviços elementares como saúde, educação, transportes

e segurança pública.

  • O estado virou uma especie de “bicho-papão” para amedrontar os demais.

” Se não fizer mudanças vai ficar igual o Rio de Janeiro”,é frase repetida a exaustão.

foto da praia do arpoador

 

 

 

foto de sao goncalo exibindo comercio ambulante em desordem urbana

  • Teve ainda um julgamento que após 3 anos do ocorrido e da aparente abundância de provas resultou em nada.
  • Teve prisões de pessoas social e economicamente relevantes, cercadas de manifestações midiáticas devidamente registradas e repetidas reforçando a monetização dos diversos meios de comunicação.

 

  • Diversas delações, termo que fez parte da conversa de boteco, incorporado ao dia a dia, que foram responsável por diversas crises de ansiedade e mercados financeiros em curto circuito. O chefe do governo central balançou mas tal qual bambu retornou ao prumo e Tudo como dantes no quartel de Abrantes  e viva Napoleão!

 

  • Desnecessário é relembrar o nível indecente de desempregados, de “nem-nem”, de toda uma geração perdida .

Um profunda desconexão entre a produção de riqueza e a distribuição.

Tributos passeando na capital do país e os cidadãos vivendo nos mais de 5 mil municípios, muitos sobrevivendo de “mesada”. Tratar da precária situação do saneamento básico e do tratamento dos dejetos sólidos é de revirar o estômago.

 

  • De comércio exterior “ni hablemos” e da perda de importância deste país no cenário internacional, também não.

Como dito anteriormente, amadores não dão conta de toda esta situação.

  • Para acalmar as palpitações que a breve retrospectiva reserva, lanço mão de duas frases, de poder curativo, na minha visão de gente simples, classe média solapada e sem requintes.

 

  • Frases que ajudam ao rio que necessariamente deve  entrar no mar, pois outro caminho não há:

foto com um mar ao fundo e na frente inscricoes de pensamento de Osho

As frases são:

  1. Não tenhas medo“, repetida mais de 100 vezes no livro mais lido do mundo:  A Bíblia .  Triste da criança que não ouviu esta frase do seu adulto.

Mas …mesmo sendo adultos e mesmo sem crer, repetindo diversas vezes pode ser um alento… Experimentar é gratuito e sem contra indicação : repita em voz alta.

  1. Chegamos ao ponto em que coletivamente estamos fartos de tudo e individualmente fartos de estar fartos. Extraviamo-nos a tal ponto que devemos estar no bom caminho”  Fernando Pessoa 

Acrescentar o que quer que seja seria inútil!

Feliz 2018!

 

 

 

 

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