Joga fora no lixo

Cuidados que são bem-vistos

sem muito dizer que não.

É moda, é o costume do

momento. Ambos difíceis

de reversão

 

Questionar a maioria é

tarefa para semideuses.

Deuses não perdem tempo

com querelas aqui de Gaia

é que contavam os antigos

 

Então, é para guardar o que

puder e tratar de ajeitar uma

maneira de usar aquilo.

Usar de outro modo ou fazer

umas piruetas e usar novamente

 

Decidir por jogar fora, “asi no mas”

vai manchar a reputação e isso

é difícil precificar… melhor

guardar em algum canto até

saber o que fazer com a “coisa”

 

Ah pode dar para outra pessoa

mas para quem? e como?

é… possibilidade que dá

trabalho também como

as demais

 

Melhor guardar em algum

canto até saber o que

fazer com a “coisa”. Mas

guardar onde? espaço

é pouco… e dá trabalho

 

Não dá para usar de novo

assim deste jeito…não dá

para usar com outra coisa

assim deste jeito… não dá

para doar sem saber como

 

E não dá para guardar se

não tem espaço… jogar no

lixo também não pode

eita, sinuca de bico danada…

quem sabe, bem escondidinho…

 

 

 

 

Detalhes, eles não têm culpa

Fala-se mal deles com tal

veemência e costume que

assumem caráter, natureza

distante do que é bom e

desejável

 

Alguns dizem que são morada

do “que-não-presta” e que devemos

nos manter vigilantes para não nos

deixar atacar. Afasta de mim!

É o que dizem…

 

Outros nem deles se apercebem,

é tanto no que pensar, cuidar, pagar,

fingir que nem vistos são. Por felicidade,

ou tristeza, passam incólumes pelo

cotidiano e assim ficam por lá

 

Há um grupo,  no entanto, que gosta do

perigo e sempre lhes dá assunto…

Flertam mesmo, piscando pálpebras que

ainda é usual… ou era, tempos idos, já

não se sabe mais

 

Neste grupo destemido, estão os de

peito inflado e também os de lente

grossa. Os que não costumam falar

pelos 7 ventos e àqueles que parecem

cabeça vazia. Só que não!

 

Perigosos, cheios de carisma, desafios

certeiros à paciência e ao controle de

emoções, são eles, os detalhes, que

podem fazer mágica que resulte em

tragédia ou esplendor

 

 

A força

Recebemos diversas reclamações de que há emprego de força de proporção inusitada As reclamações descreveram uma pressão no topo da cabeça que parece esmagar a coluna vertebral; Relatos de pés achatados foram também colhidos nas diversas fontes

mesmo duvidando de tal admissibilidade, o benefício da dúvida foi revindicado no terceiro parágrafo da peça apresentada, causando constrangimento

são difusos argumentos, que ora creditam resultados ,tais como, tristeza e dificuldade gástrica. no entanto, o universo de reclamantes é considerável

foi também observado episódios frequentes de ansiedade, comprometendo demais funções orgânicas, de tal sorte que há preocupação

pelo exposto submetem à consideração, SMJ, a possibilidade de afrouxamento da situação para melhoria geral

falta, no entanto, conhecer o guichê para o carimbo e protocolização; após se dará o início da contagem dos prazos
processuais

com os melhores cumprimentos

Difícil é não aparecer

Por vezes é difícil o alinhamento

Mais fácil é protagonizar. Pular para a boca de cena e estar sob os spots brilhantes. Mais fácil é falar como matracatrica na reunião, no webinar, na apresentação. Emendar a frase sem pontuação e sem a "deixa" para um aparte, um contradito, uma discordância. O despreparo ou mesmo o excesso de prévias acaba por criar uma pressão invisível e eis que a tagarelice assume o lugar. Digressões são banidas da "peça" e o power-point é o rei! Perguntas off-topic ao final, se é que dará tempo, já que o tema principal foi elaborado considerando o exíguo tempo de debate e reflexão. A moderação é atropelada, quando existe e, sem graça, acaba cedendo às estocadas ou mesmo insinuações de que haverá comprometimento caso não retomado o pace. Por vezes é difícil o alinhamento entre o que é para transmitir, informar, promover e o que é esperado. A percepção é que algo está fora de lugar sem que haja vocalização. Existirá um conceito de oportunidade, de acerto, de inserção distribuído por aí, em algum canto dos sapiens? Ao que parece, tem gente que tem.
DILMA BALBI

Post do dia 21/7/2020

TEM SALVAÇÃO?

Não duvide

da origem

do “salvar”

para tarefas

de tecnologia  em geral

Não duvide

que a

origem

acarreta

significado

Não duvide

que o

desconhecer

em nada

modifica isso

Não duvide

que há na

salvação

camadas,

layers, superpostos

Não duvide

que houve

outra época,

anterior aos

anos 80 sec.XX

Não duvide

que na intenção

há caminho

intangível e

condutor

Não duvide

que a

dúvida é

parte da

crença

Não duvide

da possibilidade

saudável da

incerteza

insidiosa

Não duvide

que aquele

trabalho, ideia

sonho, teoria

pode estar…

#nãoduvide

Post do dia 15/7/2020

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