Confiança e seu entendimento

confiança

De lei não tratemos

que de matéria legal

nem os que sabem,

estudam e atuam

concordam.

De confiança,

não tratemos, pois

também aqui

há espaço amplo

para interpretar .

De certo e errado

então, esqueçamos,

em definitivo, pois

o que hoje é de um

modo, amanhã? vai saber…

Convicções inabaláveis

são corroídas pelo

simples confronto com a

realidade; mas factualidades

tb podem ser distintas.

Distintas pelo ângulo

de quem vê, processadas

pelos seus códigos de

entendimento, comparação

e credos. Assim é!

Que antolhos protejam

o caminho, para dar alguma

tipo de confiança, já que

o desassossego é o mal

da vez.

Aos poderosos o condão

do gozo de torcer, esgarçar

e mover códigos, posturas,

práticas e instruções. Cesar

já reivindicava perante a Cruz.

Maior do que nações,

para além das fronteiras

que também já não existem,

paira,  sobre todos,

a inequívoca submissão.

Ao passado imutável um

retoque, um rewind,

um dito-pelo-não-dito

sob sigilo e segurança;

o decidido?não foi mais!

Revogue-se, descumpra-se

disponha-se em contrário e

quantas vezes necessário for

para que nem Rosemary

confirme ter tido um bebê.

Que desapareçam assinaturas

pelos próprios signatários.

Renegadas sejam!Que se invertam

sentidos na mesma direção e

que repousem no eterno faz-de-conta.

 

Dura lex sedi lex pero no mucho

Como recuperar um “impostor”?

impostor

 Foram 4 na corrida

2 daqui, 1 do norte outro

do sul. Quatro chances,

4 diferentes para competir

e só ficar 1, o impostor.

Em competências se

pareciam, mas não muito.

Aqui e ali um destaque,

um talento (será?),

um jeito melhor de fazer.

Para os demais, também

não alterava muito; alguns

do time A, outros torcendo

por B, e tb por C e por D.

mas nada manifesto.

Houve o julgamento

pelo board, daquele

que melhor “caberia”

no modelo previsto

e o resultado saiu.

Estava em jogo:

um aumento real

de grana, de benefícios,

de possibilidades de

crescer ainda mais.

Todo mundo querendo

saber…e pronto, escolha feita:

Comunicação realizada,

agradecimentos de praxe,

congratulações, e…e…e…

A nova posição seria

assumida na próxima 5ªf,

num café da manhã .

Grupo grande convidado,

às 8h, no auditório e tudo.

Sabendo da vitória,

soltou um grito, abafado,

mais uma bufada de ar…

e já sentiu um incômodo

que não sabia de onde.

Ideia martelando na

parte inferior do cabelo,

sem dó nem piedade,

sempre a mesma,

sempre o mesmo pensar.

Voltou no dia seguinte

e nada de se sentir

melhor; acenava aos

colegas que sorriam

mas a energia era pequena.

Pensava na 5ªf e o calor se

alternava com um frio esquisito,

êita que não sabia mesmo o

que acontecia, mas… não era

a primeira vez. Nem a segunda…

Olhando no espelho do toilete

fixando mesmo na imagem ali

em frente, repetiu a pergunta

que lhe atravessava a laringe:

“será que dá conta? não creio!”

Quando passou no concurso

foi igual… quase panicou e

aos poucos, foi retornando

a encarar a classificação em

lugar… mas… e agora?

Tentar uma licença?

Pedir demissão?

Ceder a vez para outro?

De fato, como fica?

Sempre se viu como uma fraude.

 

Como superar a sensação de ser uma fraude?

 

 

Cada jogador sabe do seu jogo! Aqui reclamam por mais, lá reclamam por menos!

Quando tudo é dado,

todas as fichas na mesa;

todo jogador sabe seu

jogo e o jeito dos outros

e assim, segue a partida.

Não há que se falar

que não existirá fato novo,

pois mesmo os velhos

players podem, vez por

outra, vacilar com a peteca.

Mesmo assim, neste

contexto, a novidade se

mostra bem distante e

os prognósticos ficam

confinados num range.

Um pouco prá lá,

um pouco prá cá,

como numa valsinha

antiga e previsível.

Um a menos? é mais!

Quem espicha o

pescoço, como periscópio,

pode, de alguma maneira,

encontrar diferentes,

gente que joga estranho.

Gente que mora mais

longe ou nem tanto, mas

que ataca o jogo de

maneira muito, muito

estranha aos óculos de cá.

Gente que pensa no

todo, que pensa em toda

a campanha, não apenas

neste jogo, de hoje, deste

mes, deste cenário

Se convocados pros

times de cá, como seriam

não se sabe dizer, mas que

causariam estranheza

é conversa mole e fácil.

Quando os de cá reclamam

e motivos muitos existem,

que fique bem entendido,

podem se assemelhar aos

aos de lá. Mas só nisso.

Reclamam todos

uns pelo pouco, querendo

mais, outros pelo tanto,

querendo menos.

Mas nunca se encontram!

 

Médicos canadenses reclamam do aumento salarial. Querem receber menos.

 

 

Riscos : paixão ou temor?

riscos

Os mais pessimistas, ou aqueles

que temem encarar riscos negativos

frente aos riscos positivos, se descrevem

como realistas, muito frequentemente

o que chama a atenção.

 

Resultado de imagem para pessimismo

Por outro lado, os otimistas

ou aqueles que compram

riscos,  precificam perigos e

partindo deles definem

ações enxergariam menos o que há?

 

Resultado de imagem para otimismo

Comportamento natural ou

aprendido, estimulado ou tolhido

é fácil constatar nos grupos de

amigos, colegas, autores, esportistas

os que mais sorriem e os que não.

Resultado de imagem para sorriem

Pessimistas não alargam

a boca com facilidade, o olhar é focado

e profundo, identificam pormenores

analisam, comparam e opinam pela

conservação frente à novidade.

Otimistas têm um sorriso maior

olham o todo e pormenores se

encaixam, quando notados, na

argumentação que vai dar certo,

seja lá o que for. Por paixão, está cheio!

No embate de um lado com o outro

um grupo gostaria de convencer o

grupo oposto.

Ter razão é um parque

de delícias que seduz a todos.

Quem dera ficasse só na intenção.

Resultado de imagem para ter razão

Muitas vezes sob o mesmo tema

Sob o mesmo evento, discordâncias

acirradas e violentas têm espaço,

cozidas em altas chamas

o que poderia ser apenas: argumento.

Do controverso, da diversidade

de atitudes, da elaboração de perigos,

de medos ou coragens atávicas se forma

um entendimento privilegiado que contribui

para chegar a melhor solução.

Pode ser arriscado e muito;

pode trazer prejuízos de toda a sorte

estar com antolhos que entendem

toda uma complexidade de forma

binária, onde só existe “in” e “off”.

 

 

 

 

 

Ser feliz também pode ser aprendido ? uma escola quer ensinar

aprender

Álgebra, geometria, francês

biologia, química e cálculo,

esportes e culinária, desenho,

escultura e produção, tudo

pode ser aprendido.

Convívio, bons modos,

filosofia e religião

gostar de bardana

ou de carne de porco,

tudo pode ser aprendido,

Resultado de imagem para bardana

Ver o outro como igual,

ver o outro como diferente,

nem ver o outro, só ver a si,

Ajudar a idosa ou rir dela,

Cumprimentar o padeiro.

Cortar uma árvore ou

fazer um jardim, chutar o

gato ou recolher o cão

abandonado, dar de comer

a mendiga, queimar o índio.

Dar laço no sapato e

escovar os dentes, sempre.

Tomar banho todo dia ou

só às vezes, botar muito sal

ou usar outros temperos.

Ter piedade, reverência, ter

respeito, agradecer,  pedir

com tempo, para reduzir excessos,

olhar em volta, olhar para si,

tudo pode ser aprendido.

Precisa de escola ou basta

Alguém ensinar, ou uma

fonte do saber poder transmitir?

Do outro lado tem que existir alguém

que se disponha a c.o.n.h.e.c.e.r.

Resultado de imagem para conhecer

Tudo pode ser aprendido

interagindo com o outro,

que algum saber também tem.

Aprender é um troca onde se fica

melhor do que éramos, antes.

 

Escola ensina a ser feliz?

 

Elon Musk faz a escola dos seus filhos

 

Numa outra mão de direção, alunos na Síria querem principalmente segurança

segurança

 

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