Cobrar uma dívida ; não perca de vista, o outro ponto de vista…
Tudo começa
quando você analisa a sua base de clientes e identifica alguns inadimplentes
Acredito que você analise sua base de clientes com frequência pois senão o faz, desculpe, mas já estou com um dó imenso de você quando resolver fazer.
Back…. então, é neste momento que você observa, pelos números: a previsão de entradas está com desvio, o que se costuma chamar de “boca de jacaré”

Depois de se recuperar do pavor de encarar o “bicho”, muito há para fazer…
Vamos percorrer um caminho curto, um cadinho mais seguro do que o dos pântanos onde se alegram aqueles répteis… com todo o respeito às criaturas.
Veja só:
- 1. É um comportamento esporádico ou é possível identificar uma tendência
Vale observar meses anteriores, ou intervalos de tempo anteriores ao do desvio .
São desvios que já começaram faz tempo e foram só crescendo?
Ou se trata do início da descida ladeira abaixo?
Identificando a diferença entre os comportamentos, fica mais fácil rascunhar ideias para reverter o quadro.
- 2. O montante é significativo ou singelo
Qual é o tamanho do “buraco” no seu caixa, sabe dizer?
Se não sabe, ô dó, vale se apressar para saber.

Lá no seu planejamento, sempre ele, você considerou que tamanho de rombo?
Esqueceu de considerar? Gzuz tenha dó desta ingenuidade…
A quantidade de recursos e esforços para combater o desvio está diretamente relacionada à profundidade da “cratera” que a inadimplência formatou.
Da sua base de clientes, quantos estão integrando o grupo dos que “não-pagam-em-dia”?
Que percentual é este?
Um percentual expressivo sinaliza que há muita mudança pela frente, ou vamos deixar como está para ver quanto pior fica?
Eu hein?!
- 4. Aconteceu evento imprevisto ou extraordinário
É possível correlacionar à inadimplência ao calendário?
Chuvas medonhas, frio ou calor fora do habitual, greves, aparições, etc…
Ocorreram eventos extraordinários, daqueles que sacodem palmeiras, nestes mesmos tempos em que seu caixa naufragou?
Ou você já pegou um foguete e largou tudo prá lá, na Terra azul?

- 5. Contato frequente ou quase nunca
Seu contato com os clientes os ajuda a “lembrar” das datas de pagamento?
E seu contrato ? Estabelece a singela comunicação entre serviço prestado e retorno financeiro ao prestador?
Pense então no meio de pagamento oferecido. É confortável, os facilita ou é tudo emperrado, com hora certa e deslocamentos custosos?
Todos recebem o gentil boletinho?
Lembrou aos queridos de implementar o DDA – débito direto autorizado destes boletos nos seus bancos?
Percorrendo este roteiro, diversos elementos podem ser coletados para compor o seu plano de ação.

Lembrando ponto da maior importãncia:
Sua base de clientes é patrimônio tombado pelo ministério do seu negócio, que tem atribuição definida no estatuto da sobrevivência da sua empresa.
É objetivo, meta e compromisso zelar pelo bom andamento da escola na avenida sem atravessar a harmonia.
Depois não adianta reclamar com os jurados

Nem solicitar a intervenção do árbitro de vídeo.