Onde estão as nossas ferramentas?

Mesmo sabendo que o nobilíssimo e a maravilhosa são ímpares no universo, uma ajuda não os desacredita.

Uma ajuda de ferramentas para abreviar, para dosar o uso da força,  racionalizar o $, para usar menos e isso já é bárbaro.

Mais incrível ainda é usar melhor e aqui se enfatiza pelo gosto castiço do destaque e da repetição escolástica, salvo engano.

Ato falho intencional, perdoem.

Voltando às chaves e marretas: para o emprego adequado de ferramentas é notório que devam estar em bom estado.

Que os mais afoitos perdoem: preservar é fundamental

Neste quesito se encontram também o acondicionamento e a verificação periódica.

Largou ao abandono, guardou sabe-se lá Jesus onde, não poderá contar com o dispositivo, e, novamente, se enfatiza por motivos já apresentados.

Convém, ainda, reunir ferramental adequado ao tamanho do que se pretende atacar e não prenda a respiração, pois de violência não se trata por aqui: o ataque é a tarefa, ao desafio, ao problema.

Ao particionar o que deve ser “resolvido” é simplificado também o dimensionamento e especificação dos itens que farão parte do cinturão de soluções.

Particionar sem desprender, sem soltar os pontos de contato entre os elementos e o seu “todo”. Caso quebradas as conexões já não se conhecerá muito bem o que se tem pela frente.

E mal maior não há!

TEM SALVAÇÃO?

Não duvide

da origem

do “salvar”

para tarefas

de tecnologia  em geral

Não duvide

que a

origem

acarreta

significado

Não duvide

que o

desconhecer

em nada

modifica isso

Não duvide

que há na

salvação

camadas,

layers, superpostos

Não duvide

que houve

outra época,

anterior aos

anos 80 sec.XX

Não duvide

que na intenção

há caminho

intangível e

condutor

Não duvide

que a

dúvida é

parte da

crença

Não duvide

da possibilidade

saudável da

incerteza

insidiosa

Não duvide

que aquele

trabalho, ideia

sonho, teoria

pode estar…

#nãoduvide

Post do dia 15/7/2020

Escrevo com frequência por aqui
Tomara que
Você possa ser servir

Figura em cores de Santo Antão com a inscrição em letras pretas "cuidam os santos de ser santos, e não de o parecerem"

“Não seja tão humilde, você não é tão grande”

 

O tipo que de tudo
se desculpa e
baixa os olhos;
Conhece?
Topou por aí?

Fala quase
inaudível,
atribuindo
aos demais
o sucesso.

Elogios?
Recebe
com esquivas
e encaminha
pra o lado…

Sempre com
carinha de
“não mereço”,
cedendo a vez,
por definição.

Destes há que
se tomar 2 goles
de cautela e
outros tantos
de prevenção.

Se por um instante
pusessem sobre
a mesa o real
propósito deste
comportamento…

 

A frase no título é atribuída
à Golda Meir  numa
conversa com um dos
seus ministros.

Aprecie seu preço

etiqueta

O valor que tudo tem

Costumamos atribuir preço como forma de expressar o valor que concebemos ao que quer que seja.

Podemos, num primeiro instante, não nos dar conta, mas precificamos tudo e todos, num critério próprio, repleto de explicações internas que só confirmam o que queremos ratificar. O questionamento não é, em boa medida, muito exercitado por estes tempos.

Entendemos como racional o que está revestido e imbricado de emoção e sentimentos e a simples atribuição dos noventa e nove centavos em substituição ao preço cheio é o exemplo cabal do que aqui se olha mais de perto.

preco terminado em 9

 

De etiqueta em etiqueta vamos catalogando o valor que tudo tem.

 

A escala de valor se altera com o tempo

A correlação de preços, no entanto, se altera com o tempo.

Num dado instanto, sob alguma circunstância de afeto mais imperiosa, se altera, sem , a escala, invertendo posições.

O fato de uma pessoa famosa ser flagrada com um vestido azul pode representar boa chacoalhada na estrutura de preços da cadeia de vestuário, o que corrobora o tanto de subjetivo que constitui a formação dos preços.

 

A formação do nosso preço segue os mesmos padrões

Seja para a nossa oferta de serviço, na formação da proposta, seja quando analisamos os concorrentes ou assemelhados, a formação do nosso preço também segue as guias mestras de subjetividade que, por vezes, nem percebemos. Se o fizéssemos poderíamos ter alguma vantagem.

Explicando: os preços não são o resultado dos custos de produção acrescidos de impostos, taxas, penduricalhos para manter a estrutura de governo (ui!) e margem de lucro, numa conta grosseira.

Os mais acertados preços se formam da percepção.

Percepção subjetiva versus analise objetiva

O que se está identificando, neste texto, é que a percepção dos outros e a nossa própria representam entradas importantes para o processo de atribuição de preço.

Se percebemos nosso serviço ou produto, se o posicionamento dele representa, em nossa visão, uma posição inicial na escala em que está inserido, a formação deste preço terá que considerar esta percepção, sob pena, sem apelo, de erro crasso.

Para isto, as pesquisas qualitativas e quantitativas, mesmo àquelas menos sofisticadas, já sinalizam em que direção devemos nos orientar.

Veja algumas perguntas para investigação: Os demais nos percebem em que fase na escala evolutiva no meio em que estamos inseridos. Somos experts? Iniciantes? Há toda uma serie de semelhantes ou podemos mesmo nos portar como novidade?

Para cada resposta haverá um valor final, distinto e diretamente correlacionado.

Tudo tem preço e nada de mal há nisso

A precificação está bem distante de um mal, de um cinismo ou falha moral irreversível. É ferramenta de funcionamento social.

Primeiro constatamos, julgamos, comparamos com tudo o que já se sabe, daí catalogamos e atribuímos preço.

É este preço que faz com que aceitemos um café com um cliente e rejeitemos um papo, no mesmo horário, com a tia que veio visitar seu irmão. Por critérios de precificação, em dado momento, entendemos ter mais valor, portanto, maior preço, o tal do café.

Sentiu culpa? Estejais livre deste mal, oh pensamento infantil!

A ética e a moral não fazem parte desta reflexão. Quem sabe num outra?

No entanto, em outras horas, ficar longo período na academia pela satisfação do corpo esculpidoserá maior do que enfrentar diversos mercados para as compras do mês e a economia de parcas moedas e notas. Valor maior, maior preço embutido lá dentro da cabeça.

Daí o chocolate gourmet, a palestra do guru interestelar, o travesseiro de pena de profeta. Se há atribuição de valor, há margem e chances para elevação de preços.

Preços e apreciação

Do julgamento, da analise, comparação e exercício contínuos poderemos acrescentar critérios mais complexos para a precificação dos nossos serviços e produtos, como a percepção subjetiva de que tratamos.

Quanto de lucro poderemos auferir é razão direta do conjunto de fatores e é volátil, cada vez mais e mais rápido. E mais complexa a gama de requisitos.

O mesmo preço de ontem poderá não representar a percepção de hoje e ser um verdadeiro desastre, caso mantido, amanhã.

Aprecie o que há no entorno, o que há por dentro, o que lhe falta, o que seus pares percebem e o que não.

Retorne as suas analises e faça os ajustes.

É disto que se trata : aprecie!

aprecoe

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