Prioridade: a minha na frente!

prioridade

 

Necessidade,

capricho, prioridade,

carência, dor

obsessão, vontade,

ideia fixa.

O horizonte

de onde o olhar

vai em busca

de completar

as lacunas,

enxergando

na reta, por

antolhos,

num sentido e

direção únicos.

Na frente de

toda e qualquer

outra, que nem

em segundo, ou

por um deles, se cogita.

O foco é no

umbigo que ligou

mas ainda liga

o mais denso no

ser.

A urgência, a pressa

o pouco tempo daqui

são muito maiores do

quaisquer outros

mas.. que outros?

Que dos outros

cuidem os próprios

ou que se larguem

se deixem e não

atrapalhem o caminho.

A precisão de chegar

de aplacar o que ruge

por dentro, que toma

conta, que impele a

subir nos outros, mesmo!

Outros mais lentos,

menos preparados, mais

distraídos, gente sem foco

sem listas, sem metas

sem elencos notáveis

Muito mais relevante,

mais consistente, mais

adequado É o roteiro daqui.

O de lá que considerem

quem os criou.

Garantida e absoluta

inquestionável e soberana

a prioridade vista daqui

é a que passa sempre

à frente. Assim merece!

E se discordância houver

e há muito de certo em haver,

nada mais restará:

nem abalo terá lugar.

Desconsiderado; pronto!

 

notícia prioritária?

 

 

 

Restrição e as cidades deficientes daqui

restrição

Restrição no planejamento

nem se dava conta e seguia vendo apenas

aspectos estéticos na diagramação

dos seus volumes, cores e na relação

entre eles.

Contaminados pelo costume,

pelo olhar preguiçoso que não

estica o pescoço, adotamos partidos

e materiais, designando contrastes

e detalhando os mesmos encontros.

A eficiência era medida pelo

resultado do ciclo de manutenção

e longevidade. O quanto de recursos

era empregado ao longo do tempo

para manter o estado original. Só!

Assim, prédios, bairros, equipamentos

urbanos foram concebidos, comprados,

implantados e replicados em larga escala

considerando somente uma parcela

de um todo. E o todo sequer era visto.

Olhávamos apenas o majoritário

o prevalente, o que aparece, o que grita

o que revida: o que imaginávamos ser

o conjunto representativo do velho

conceito de “massa” .

Massa que não era doce

nem salgada, tão pouco conseguia

descansar.  Massa compacta,

monolítica em possibilidades

permanentes ao longo do tempo.

Aos poucos a massa foi

azedando, foi se abrindo em

rachaduras que não dava mais

para enfarinhar ou pincelar com ovo:

a massa abriu e revelou seus componentes.

Neste racha se percebeu, aleluia!

vários participantes, ingredientes que

desejam frequentar, viajar, desfrutar.

Que demandam condições para o

exercício pleno de cada ser.

Edificações públicas e particulares,

locais de entretenimento ou de culto,

espaços, logradouros, transportes e

interligações modais, postos de saúde

por aqui são ainda deficientes de fazer dó.

 

Para saber onde é possível ter acesso como cadeirantes

Um blog para chamar de seu mas…já pensou que pode ser uma encrenca ?

blog uma encrenca

“Su casa, su blog”

Caso exista algum outro ambiente onde ocorra uma proliferação em escala mais acentuada, pode contar aqui.

Pelas contas, defasadas em mais de 2 anos, a blogosfera era o ambiente mais densamente povoado na net.

Atrás dos blogs apareceram naquelas pesquisas as páginas de noticiário, as lojas virtuais e as páginas de ONGs.

Todos os dias dos 20 mil sites criados mais de 10 mil foram blogs.

Já aumentou sua vontade de entrar se juntar à esta turma, não é?

Você também quer ter um blog para chamar de seu mas...já pensou que pode ser uma encrenca que vai cair no seu colo?
Mas… um pouco de ar fresco, uma água gelada com bolinha e uma certa dose de calma ajudam a tomar a decisão.

“Um sucesso de público ”

É o que vem logo na mente.

Afinal, o SEU blog irá se destacar de maneira absoluta e irá arrebatar um sem número de seguidores.

Afinal você irá demonstrar:

• O tanto que sabe.

• Como é capaz de contar causos que ilustram divinamente o que pretende comentar.

• Citações e quotes inteligentes, indissociáveis do tema, mas sem ligação óbvia.

• Imagens incríveis e nunca dantes utilizadas na rede.

• Apresentações únicas em que as cores, as fontes e o contexto dialogam por partitura como na Suíte No. 4 Mozartiana.

que lindo
seus leitores após lerem seus artigos

Pensando bem….Será mesmo?

Conto com sua bravura e destemor para continuar a leitura

O ambiente em que seu blogZinho fofo, incrível e tudo-o-mais estará inserido é pura selva.

Desculpa a força do argumento… lembra que conto com sua bravura e destemor, confere?

  • Muitos, muitos, muitos escrevem sobre tudo, sobre todos, numa frequência que beira o frenesi e a incontinência cerebral.
  • Muitos, muitos, muitos entendem dos mecanismos que promovem aos lugares privilegiados nos mecanismos de busca para todo e qualquer site (menos o seu)
  • Muitos, muitos, muitos conhecem estratégias para a volição do termo, do vocábulo, da expressão que pimba… é o que no momento grande contingente deseja saber um pouco mais.

Trégua, por favor! 

Seu pedido é atendido e passemos para outros tópicos menos “selvagens”

 

Vamos examinar algumas paradas obrigatórias para sua decisão

1. Qual o objetivo do seu blog?

a. Qualquer um serve, não tem receita:  pois o blog é seu!

Pode ser para você registrar suas ideias, para alavancar sua posição no ranking das feras num determinado assunto, para incrementar as vendas da sua empresa, consultório, fábrica de brigadeiro, “whatever”

Mas precisa ter um..

2. Para quem você produz o que estará publicado no seu blog?

a. Quem vai ler, consumir, adquirir, contratar, enfim quem vai se ligar com o seu blog, sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

3. Como será o acesso ao seu blog?

a. Onde vai “morar” o seu conteúdo e qual a facilidade de acesso que oferece, sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

4. Qual o tempo que você dispõe para produzir para o seu blog?

a. Quantas horas você pretende dedicar à esta empreitada.

Lembre-se que não é só escrever, tem que formatar, revisar, conferir a gramática, a legibilidade, a clareza e … muito mais. Sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

5. Quanto de recursos financeiros dispõe para o seu blog?

a. Custos com hospedagem do blog, com anúncios, “impulsões”, assinaturas de banco de imagens, produção de vídeos, cursos para aprender das técnicas para ranquear bem ou contratar um profissional que conheça do riscado e.. muito mais. Sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

Pensou em desistir?

É este mesmo o caminho.

Reavalie seus objetivos, procure mais informações.

A vida na blogosfera pode ser bastante cruel e repleta de desafios, dos mais difíceis.

Mas sem eles, vale a pena?

Escombros, reconstrução – a guerra de Troia em cada dia

escombros de Troia

Escombros,

ruínas,

desolação,

cacos,

pedaços.

 

E começa de novo:

Ergue,

constrói,

põe de pé,

levanta.

 

Muros, muralhas

tudo pro chão.

Um incrível

nevoeiro de

estilhaços!

 

E começa de novo.

Ergue,

constrói,

põe de pé,

levanta.

 

E o pedaço do que

caiu primeiro

já está misturado

com o caiu depois…

E vai saber qual é!

 

Num momento,

que tempo é assim,

Pow! Rompeu,

esgarçou,

fraturou ao meio.

 

E mais cacos se

misturam no pó,

na nuvem, no vento,

que lança longe

ou por baixo, vai saber.

 

Misturando a antropologia,

Confundindo a história,

Manipulando as teses:

Reconstruções sucessivas

Sobre ou sob escombros?

 

Quantas camadas têm

as verdades, os conceitos

Que jura de pé junto

São os mais

Acertados?

 

Quantos pedaços mutilados

Rearrumados sob novos

Sentidos, aleatórios ou

Por convicção, o que,

No fundo, dá no mesmo.

 

A cada instante, ou num

Conjunto de muitos,

Sem ou com guerras,

Vítimas ou heróis

Fardados ou à paisana

 

Em avanços sucessivos,

inclusive para trás,

misturamos o pó,

na argamassa que

faz a Troia nossa de cada dia.

Todo mundo tá feliz? Consulte o guia

Feliz foi a resposta

que foi parar nos números

compilados, justapostos

parametrizados e

inseridos no gráfico

E de muito já se sabe

que os números também

podem ser mostrados

torcidos, revirados

tal qual palavras

Gozam no entanto

de maior respeitabilidade

e se costuma crer naquilo

que “mostram” como se

realidade fosse.

Autores mostram em

muitos livros que não é

bem assim, o que também

não significa que é para

dar de ombros e nem ligar.

O que é trazido pelos

que muito sabem:

manter àquela distância

segura e ao olhar para eles

mantendo espaço para dúvida.

Feliz foi a resposta

lá em terras muito frias

e talvez por isso seus corações

sejam mais quentes pois não

deve ser fácil só ver gelo.

Talvez não seja fácil

só ver capote e bota,

com pouquinho de sol,

sem bronzeados, sem

muitas estrelas e calor.

Ou talvez seja mais

fácil viver em terras

onde ao redor haja

sensação de calma,

confiança e paz.

Responderam em

maior quantidade os de lá

dos que o daqui e os

de mais de perto daqui

é o que mostram guia.

E mesmo sem  dar

muito cartaz aos números,

cá dentro, uma voz confirma:

mais felizes mesmo

devem ser os de lá.

 

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