Celular vilão ou salvador?

Celular é o seu vilão ou seu salvador?

  1. Como grande parte dos hábitos e comportamentos dos tempos atuais não está na legislação temos, no convívio, brechas que podem levar ao conflito.

O uso do smart-phone pelos funcionários, durante a jornada de trabalho, é um clássico.

Pode ou não pode?

  • Se não pode, como fazer em caso de emergências familiares do time?
  • E se pode, pode por quanto tempo e em que momentos?
  • Ou pode sempre?

Entendendo cada parte 

  • Ao empregador

Cabe um poder diretivo que se divide em poder de organização, poder de controlar e poder de disciplinar o trabalho.

  • Deste modo, as regras do como, por quem, e em que condições todo o trabalho produzido pela equipe é parte da sua atribuição.
  • Claro está que não há o que comentar de orientações para atos ilegais ou lesivos a quem quer que seja. Não há previsão legal para atos ilegais, didaticamente explicando.
  • Ao empregado

Cabe o cumprimento do pactuado.

Neste pacto deverão constar habilidades, saberes, limitações físicas, horários e etc.

Em troca do seu labor, o empregado recebe a remuneração financeira e benefícios acertados.

E o celular?

Fica no âmbito deste entendimento.

Se o empregador vedar a sua utilização por entender que compromete o resultado pretendido, é possível que o faça.

O acordado deve prevalecer

Caso existam situações particulares é também possível que pelo entendimento possam existir condições para enfrentá-las.

Fontes:

A empresa pode

poder diretivo

 

 

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