· Numa entrevista com um autor renomado e excepcional volume de livros vendidos ao longo do globo terrestre foi perguntado qual ,dentre todos os bens que já tinha acumulado, era o mais importante . Respondeu: o tempo
· A resposta que surpreendeu a muitos parece, à princípio, sem sentido. O esperado seria a menção às propriedades, obras de arte, carros luxuosos, joias ou até mesmo numerário.
· No entanto, quando paramos para uma analise, o sentido maior é encontrado.
A única certeza que podemos ainda confiar é que temos um intervalo de tempo finito por aqui, nesta jornada.
Observar e redistribuir o tempo destinado às mais diversas atividades do dia a dia, irá, seguramente, contribuir para melhores resultados.
- Fica um tempinho por aqui e veja algumas dicas
· Como é definida a priorização das atividades:
No solavanco de e-mails, mensagens de aplicativos e ligações é bem comum que uma priorização não se estabeleça.
Afinal, respondemos à cada um dos estímulos, quase que automaticamente. No entanto, o que nem sempre temos em mente é que para esta pronta resposta há um respectivo intervalo de tempo e de energia envolvidos.
E não necessariamente este “aporte” origina um resultado de mesma proporção.
Realizamos o investimento mas não colhemos os dividendos.
o Estar alerta para este consumo desenfreado de tempo e energia pode reorientar muitas das atividades e “abrir” saborosos intervalos que poderão ser utilizados com maior sabedoria proporcionando resultados mais interessantes.
o Questione, com vagar, o quanto do seu tempo é destinado a cumprir tarefas e requisitos trazidos por outros e os respectivos resultados.
Poderá se surpreender!
· O quanto do seu tempo é consumido em cada atividade
o Não se trata de transformar a vida numa escravidão do cronômetro. Longe disto!
o Conhecer, no entanto, o quanto de tempo que é empregado em cada atividade também conduz a uma redistribuição mais otimizada.
Vale até mesmo registrar uma semana e depois analisar o resultado.
Poderá se surpreender 2, o retorno 😊
· Quanto das atividades que você faz que poderiam ser realizadas por outras pessoas?
o Na infinidade de tarefas que você desempenha não existe oportunidade para transferir para outros a responsabilidade por algumas delas?
o Mesmo trabalhando de maneira solo, algumas atividades podem ser automatizadas o que já é um ganho de tempo e de energia, pensou nisso?
o Que tal incluir familiares que podem também “receber” algumas das atividade , ou mesmo haver uma troca de responsáveis. Será que não haverá um melhor desempenho? Afinal, passear com os cães pode ser atribuição da filha, ou pode conversar com o vizinho que também tem cachorros, bolando um revezamento e, por aí vai.
· Que atividades são importantes para você e que você não faz
o Isto mesmo, não há equívoco no texto não.
o Fazer exercícios físicos, meditar, se reunir com amigos, ler, descansar, integrar um grupo de prática religiosa ou de trabalho voluntário… enfim. Quantas atividades você se ressente por não estar realizando?
o Cumprindo as avaliações acima deve ter “surgido” um espaço para ao menos uma delas sair do universo da “intenção” para o terreno da “ação”.
o Começa já!
Vale revisitar com frequência a destinação do seu tempo e energia para manter na execução o que de fato é relevante para a pessoa mais importante de todas:
VOCÊ!