Levantando a ponta do véu, o que se vê pode não ser real

real

Véus de todo tipo

passeiam por aí

trazendo uma certa

dificuldade em se

visualizar o que há

Véus tecidos por

palavras, tantas e de

de tantos sotaques

que a gente acaba

por ficar sem nada ver

Alguns mais densos, repletos

de informação e estímulos

daqui, dali, dacolá, do além

e ficamos enredados,

emaranhados, presos

Difícil é encontrar a ponta

dum véu.. ah difícil de mais.

Por vezes nem nos damos conta

de que nos envolvem de

tão danados que são

Acreditamos ver tudo

de maneira clara, cristalina

mas, de fato, estamos

vendo por meio de véus

que aparecem sei lá o porquê

Quem sabe o que faz

levantar a ponta de um deles

não é uma dúvida, sempre

benfazeja, que balança

as certezas da visão

Véus também nos ouvidos,

emaranhando o que se escuta

que nunca é de fato o que dizem;

é um outro som, este o que ecoa

na minha caixa de ressonância.

Véus de chumbo, véus de fita,

de filó, de renda, de veludo,

seja lá do que forem, vale

pensar que o que se vê pode ser

diferente do que existe, não pode?

Viu só?

Nem tudo que não reluz não é ouro

 

Invisível, o que pode estar por debaixo do não viu.

invisivel

Você não viu o que aconteceu

Alguém contou o que houve

deu alguns detalhes mas

de fato, não participou do

que ocorreu.

Engraçado não ter visto

tão perto que estava, quase

ao lado. Nem o barulho,

nem o movimento, não se

deu conta de nada, nadica.

Engraçado também já

ter ocorrido o contrário

estar invisível. Entrar num

lugar, conhecido ou não

e ninguém se dar conta.

Invisível .. estado estranho,

alheio e fora da velha ordem

mundial. Afinal, matéria que

somos, como não ter ou não

ser percebido?

Será pela idade, por ser

comum, por fora e por dentro,

por não ter nada de mais

nem nada de menos? Pode

ser.. o que não viu era assim.

Altura e peso padrão,

cor da pele no meio de tudo

o que se entende por branco

e preto. Nada de especial e

acabou eclipsado, numa sombra.

Nada garante que não tenha

sofrido, que não tenha precisado

de uma ajuda, uma mãozinha, um

ombro, um sorriso pequeno,

nada garante.

Mas não viu, simples assim.

Ou complexo assim. O que

não compreende mesmo é

se teve a intenção de não

ver ou se apenas distraiu

Quando foi sua vez de

ser invisível não resultou

em experiência agradável

há que confessar. Ficou

uma sensação de estranhamento

Talvez de caso pensado ou

talvez por não pensar desvia-se

a atenção, o olho corre pra lá;

se não vejo, me isento, me saio

bem na foto, sem me importar.

O tanto que não mais se vê….

 

 

O futuro invadindo o passado : Cazuza não viu

futuro

Pensadores, filósofos, gente

cabeçuda que sabe revirar

o que estava de pé para

e propor um desafio: a ideia

que o futuro modifique o passado

Então, bora acertar o passado?

Dar um review e pronto;

a queda da bicicleta

que ralou feio o joelho

desaparece. Joelho novo!

O pé na bund@ aos

13 anos que até hoje

dá calafrios também

vai embora, tá? e

fica tudo certinho

A discussão besta

que fez com o que

aquele estágio divino

foi interrompido?

ulálá… nunca houve.

Início da calvície,

da barriga mais

redonda, da ruga

da bochecha? Sai

para lá! Conserto já!

As perdas dolorosas

podem ser consertadas

também para que o

sofrimento causado doa

menos. Melhor assim, né?

A indecisão e o medo

que impediram a viajem

dos sonhos..pluft….

somem também. Malas

e passaporte na mão.

Quantos consertos mais

um passado pode ter?

Quando de borracha nos

erros e bobagens quer

usar, quanto? muitooooooo

Só um detalhe fica

encasquetando para

comprar de vez o conceito

e alterar o passado hoje

que é o futuro do que passou.

Quem seria afinal? Poderia

se reconhecer depois de limpar

tudo? Seria melhor? Ou seria

outro tipo de gente, muito

diferente do que pensa que é?

Vai comprar o bilhete para

viajar de vassoura e detergente

em direção a passado? Ou é

melhor assim mesmo, como

todos pensam que é?

 

“A retrocausalidade refere-se a quaisquer dos fenômenos ou processos hipotéticos capazes de inverter a causalidade, permitindo que um efeito preceda a sua causa — e.g. que o eco preceda a voz, a detonação o tiro… — é primariamente um experimento mental, dentro da filosofia da ciência, baseado em elementos da ciência física, que se foca nas seguintes questões: Pode o que ocorre no futuro afetar o presente?, e pode o presente afetar o passado?[1]

Celular vilão ou salvador?

Celular é o seu vilão ou seu salvador?

  1. Como grande parte dos hábitos e comportamentos dos tempos atuais não está na legislação temos, no convívio, brechas que podem levar ao conflito.

O uso do smart-phone pelos funcionários, durante a jornada de trabalho, é um clássico.

Pode ou não pode?

  • Se não pode, como fazer em caso de emergências familiares do time?
  • E se pode, pode por quanto tempo e em que momentos?
  • Ou pode sempre?

Entendendo cada parte 

  • Ao empregador

Cabe um poder diretivo que se divide em poder de organização, poder de controlar e poder de disciplinar o trabalho.

  • Deste modo, as regras do como, por quem, e em que condições todo o trabalho produzido pela equipe é parte da sua atribuição.
  • Claro está que não há o que comentar de orientações para atos ilegais ou lesivos a quem quer que seja. Não há previsão legal para atos ilegais, didaticamente explicando.
  • Ao empregado

Cabe o cumprimento do pactuado.

Neste pacto deverão constar habilidades, saberes, limitações físicas, horários e etc.

Em troca do seu labor, o empregado recebe a remuneração financeira e benefícios acertados.

E o celular?

Fica no âmbito deste entendimento.

Se o empregador vedar a sua utilização por entender que compromete o resultado pretendido, é possível que o faça.

O acordado deve prevalecer

Caso existam situações particulares é também possível que pelo entendimento possam existir condições para enfrentá-las.

Fontes:

A empresa pode

poder diretivo

 

 

Melhor do que você existem e estão por perto

incapaz

Fez melhor de novo;

entregou mais rápido,

com melhor qualidade,

menor possibilidade

de erros.

Tem sido constante;

e a cada vitória do

outro lado, a dor

deste aqui é

difícil de contar.

Já fica a sensação

de que vai perder

novamente, de que

não entrega, ou ao

menos, não tanto.

Suficiente é uma

adaga que rasga por

dentro. Deseja ser

excelente, isso sim!

Mas.. não é…

O outro brilha!

E tudo faz com

tamanha destreza

que não há como

não se deixar encantar.

Com o encanto a dor

aumenta; o outro sobe

mais um degrau e se

distancia ainda mais

daqui. Dó imenso…

Terá na próxima

semana momento

temível. Vai atuar em

conjunto, no time

do novo job.

Se o abismo não fora

percebido, se não notaram

como a “entidade” se distancia

dos outros, mortais, xiiii!

Doravante vai ficar evidente….

Engraçado como dói

na barriga esse vexame.

Desarranja a digestão,

atrapalha tudo, até a boca

fica mais seca.

Fará melhor, novamente,

tudo o que lhe destinado for.

Isto é garantido, sem matriz

de risco, sem quantificar ou

qualificar. Assim está posto.

Sair de licença? Pedir

transferência, sucumbir

à inferioridade que mora

em sua cabeça?

Pode ser….

Desistir é tão mais fácil…

Dolorido é mas, no entanto,

previne a exposição ao ridículo,

quando todos enfim venham a

confirmar que não é capaz.

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