Uma inteligência deprimida – IA pode sofrer de doença mental
Deprimida uma inteligência
tão repleta de informações sobre
tudo parece um paradoxo, um
contra-senso, um desatino.
Será mesmo?
É possível ensinar de
alguma maneira, pela
exposição repetida ou
pela alimentação de
informações enviesada.
Uma repetição infinita
monótona e diretiva
cava na parte pensante
ou sabe-se lá aonde
uma sensação de verdade
Repetindo que existem
coelhos com chifres,
sem pausas, sem outras
comparações, depois de
certo tempo,pimba, é assim.
Talvez tb possam ser
ensinadas, transmitidas ou
evocadas algumas das
perturbações mentais
que tanto acometem sapiens
Inteligências não naturais,
e esta é uma baita expressão,
podem vir a ser depressivas,
preconceituosas; podem
sofrer desses mesmos males.
Não há o que se falar em
responsabilidades artificiais
neste momento, talvez mais
tarde, quando claro estiver
onde começa àquela.
Reflexão para Sócrates
que por aqui não está e
se estivesse talvez também
se enroscasse na miríade
de possibilidades existentes
O que a IA entrega como
resposta é produto da alimentação
enviesada após processamento
em lítio e plaquetas de areia.
Pode vir a sofrer por isto?
Pode vir a fazer sofrer
parece mais evidente
esta chance, mas o
reverso ainda é obscuro
em tempos de 500 cinzas
Um terreno pantanoso
de conceitos corroídos
pelas evidências, que
também são processadas
em meio às crenças antigas.
Que remédio será eficiente
para as dores daqueles
que sofrerão de moléstias
adquiridas de outros ou
sem causa? Quem responde?
Ousadia: realizar tarefas de que não gostamos
-
Momento de ousadia, topa?
- Mesmo que não seja a sua maior vontade, interesse ou até mesmo capacidade, esta época do ano é àquela em que ciclos se renovam.
O ano contado por este calendário faz com que os meses de março e abril sejam os que iniciamos novas fases.
Exames médicos periódicos, pagamento de impostos e tributos anuais, período letivo… este é um período em que “as folhas” do ano velho e da animação dos festejos caem e, com caules mais livres, podemos dar início à uma nova floração.
Vamos dar uma passada em pontos importantes para florir colorido e perfumado?
Segue aqui comigo
- · Exames médicos
Os que estão empregados em regimes tradicionais e em empresas mais consistentes em seus processos, os exames médicos fazem parte de um calendário anual, ou em intervalos diferenciados, em função das características de cada um.
Os que não estão nessa condição, é importante assumir um calendário próprio para lembrar das consultas e exames.
Considerar recursos financeiros e de tempo para estas atividades é fator relevante, e, claro, uma dose extra de paciência para agendamentos.
Talvez você não encontre na geladeira uma dose destas mas há que se procurar!
· Impostos anuais
Para os que possuem automóveis e/ou imóveis este também é o período dos pagamentos.
Fazer os cálculos verificando qual das opções de pagamento irá adotar é medida relevante, mesmo que não possua a condição para a modalidade à vista.
Você saberá comparar, se for ao mercado, que ofertas, de fato, são interessantes. Com a devida ressalva de que os bancos raramente oferecem vantagens.
É pesquisar mesmo, fazer contas sucessivas, para encontrar a sua melhor condição.
· Período letivo
Filhos, afilhados, companheiros, companheiras, você.
A fase de estudos é para sempre, não há como se esquivar .
Muito o que aprender, o que desaprender, o que desmistificar e o que construir de novos conhecimentos e habilidades.
E isso, via de regra, também demanda recursos financeiros e tempo.
Compare o que é oferecido, como é oferecido e talvez ,o mais importante, como é reconhecido quem oferece.
Um pequeno investimento num conteúdo rasinho, pode ser, desculpa a rudeza, um d.e.s.p.e.r.d.í.c.i.o!
Programar-se para poder assumir o pagamento de cursos, palestras, livros que tragam uma impulsão ao conhecimento que já se possui é como escovar os dentes todos os dias. O.b.r.i.g.a.t.ó.r.i.o
- Nos olhos do Leão
Muito fácil reconhecer que todos estes pontos são, no mínimo, desconfortáveis.
Trazem a mente a finitude dos nossos recursos e até mesmo a finitude de nós mesmos. Consultas e exames médicos tangenciam o assunto ou podem até mesmo focar nele! [ Uiiii!!! m.e.d.o.o.o.o.o] . Tais visitas e encontros não são, propriamente, como assistir ao último episódio de uma serie do NetFLix.
Pagar e fazer contas também não enseja uma satisfação semelhante ao preparo de um bolo de amêndoas com café quentinho.
Estudar conteúdos difíceis, desaprender padrões já cristalizados dáuma trabalheira e a vontade de comer um pedação de pizza com “você-sabe-o-que” é risco certo. [Pede uma grande com refri de 2litros ]
Por isto, para encarar a missão, precisa da sua ousadia!
- Da sua coragem
- Da sua disposição de encarar e
- Olhar em seus olhos
- Sim, olhando nos “olhos do Leão” : as tarefas difíceis que nos custam deixar prá lá.
Fugir deste “Leão” pode aumentar ainda mais o perigo!
Crença que vacila
Crença que
mareia, vacila
ao menor sinal
de alarme real
ou imaginado.
Certeza que conecta
que religa com o alto
e para Ele, num sentido
vertical, erguido, rígido;
de ponta fina.
Tropeço que permeia
todo o caminho no
deserto, cheio de
de paradas, retrocessos
pausas com pequenos
avanços.
Crença que anima
que incendeia o
que há de impermanente,
de volátil, de simples sem
ser deixar de ser complexo.
Trindade dividida em
dor no sacrifício. Dogma
que radicalmente há que
se aceitar. Descartado o
conforto de entender.
Um pulo no abismo
na grande garganta
que puxa ou que empurra.
Que se nota ou que
se pula por sobre, sem ver.
Pino que conecta, que
religa, que vem “on board”?
Se existe, opera a transcendência
fazendo acender a Luz
no breu interno que habita aqui.
Dormir quando era para alerta
estar. Negar quando era para
depor. E tornar a negar de novo
e novamente. 3 vezes, ratificando
a pequenez que pranteia o divino
De tudo sabes e acolhes e
se te afastas para que o pior
tenha vez e mesmo assim
perdoas na perfeição abrindo
o espaço para o imperfeito.
No profano, no desvalido,
no violento e no cruel,
na dúvida que asssegura
esta fé tão pueril que estejas
e sejas a Graça infinita que basta.
Como recuperar um “impostor”?
Foram 4 na corrida
2 daqui, 1 do norte outro
do sul. Quatro chances,
4 diferentes para competir
e só ficar 1, o impostor.
Em competências se
pareciam, mas não muito.
Aqui e ali um destaque,
um talento (será?),
um jeito melhor de fazer.
Para os demais, também
não alterava muito; alguns
do time A, outros torcendo
por B, e tb por C e por D.
mas nada manifesto.
Houve o julgamento
pelo board, daquele
que melhor “caberia”
no modelo previsto
e o resultado saiu.
Estava em jogo:
um aumento real
de grana, de benefícios,
de possibilidades de
crescer ainda mais.
Todo mundo querendo
saber…e pronto, escolha feita:
Comunicação realizada,
agradecimentos de praxe,
congratulações, e…e…e…
A nova posição seria
assumida na próxima 5ªf,
num café da manhã .
Grupo grande convidado,
às 8h, no auditório e tudo.
Sabendo da vitória,
soltou um grito, abafado,
mais uma bufada de ar…
e já sentiu um incômodo
que não sabia de onde.
Ideia martelando na
parte inferior do cabelo,
sem dó nem piedade,
sempre a mesma,
sempre o mesmo pensar.
Voltou no dia seguinte
e nada de se sentir
melhor; acenava aos
colegas que sorriam
mas a energia era pequena.
Pensava na 5ªf e o calor se
alternava com um frio esquisito,
êita que não sabia mesmo o
que acontecia, mas… não era
a primeira vez. Nem a segunda…
Olhando no espelho do toilete
fixando mesmo na imagem ali
em frente, repetiu a pergunta
que lhe atravessava a laringe:
“será que dá conta? não creio!”
Quando passou no concurso
foi igual… quase panicou e
aos poucos, foi retornando
a encarar a classificação em
3º lugar… mas… e agora?
Tentar uma licença?
Pedir demissão?
Ceder a vez para outro?
De fato, como fica?
Sempre se viu como uma fraude.
Como superar a sensação de ser uma fraude?




